Combinação de linagliptina e metformina 500mg para controle glicêmico em diabetes tipo 2, quando a metformina isolada é insuficiente.
Controle glicêmico com precisão e flexibilidade para o diabetes tipo 2. Glink Met combina Linagliptina 2,5mg e Cloridrato de Metformina 500mg em um único comprimido, oferecendo uma terapia dual eficaz para pacientes que não alcançam controle adequado apenas com metformina. Esta associação atua de forma inteligente: a metformina reduz a produção hepática de glicose e melhora sua utilização periférica, enquanto a linagliptina estimula a liberação de insulina e suprime o glucagon, otimizando os níveis glicêmicos com menor risco de hipoglicemia.
Ideal para uso isolado ou em combinações triplas (com sulfonilureia, insulina ou inibidores de SGLT-2), Glink Met é a escolha estratégica para um manejo sustentável do diabetes.
Como usar o Glink Met?
O comprimido de Glink® MET deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) ≥ 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.
Seu médico prescreverá Glink® MET tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Glink® MET.
A dose diária máxima recomendada de Glink® MET é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Quando não devo usar o Glink Met
Você não deve usar Glink® MET se tiver as seguintes condições: alergia à linagliptina e/ou ao cloridrato de metformina ou a qualquer um dos componentes da fórmula; qualquer tipo de acidose metabólica aguda, como acidose láctica e cetoacidose diabética (doença em que o sangue fica repleto de cetonas, que são substâncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de glicose para obter energia, devido à ausência de insulina); pré-coma diabético; insuficiência renal grave (depuração de creatinina do sangue